01 agosto 2015

[RESENHA] A Escolha (Kiera Cass)

A Seleção mudou a vida de trinta e cinco meninas para sempre. E agora, chegou a hora de uma ser escolhida. America nunca sonhou que iria encontrar-se em qualquer lugar perto da coroa ou do coração do Príncipe Maxon. Mas à medida que a competição se aproxima de seu final e as ameaças de fora das paredes do palácio se tornam mais perigosas, América percebe o quanto ela tem a perder e quanto ela terá que lutar para o futuro que ela quer. Desde a primeira página da seleção, este best-seller #1 do New York Times capturou os corações dos leitores e os levou em uma viagem cativante ... Agora, em A Escolha, Kiera Cass oferece uma conclusão satisfatória e inesquecível, que vai manter os leitores suspirando sobre este eletrizante conto de fadas muito depois que a última página for virada.
CASS, Kiera. A Escolha. Tradução de Cristian Clemente. São Paulo: Seguinte, 2014, 351 p.

Uau. Simplesmente, Uau.
O que começou um tanto confuso - tão confuso quanto o conjunto de sentimentos de America neste livro - evoluiu para um final fantástico, apoteótico e extremamente cruel.
... mais uma vez, fui espremida pelo vestido. Pensei em um soldado que se preparava para a guerra. A armadura era diferente, mas a ideia, a mesma. Naquela noite, eu ia derrotar um homem. (p. 15)

Ao ser escolhida para a Elite da Seleção, America decidiu apostar de vez no amor que sentia por Maxon e entrar de cabeça na disputa! Porém, o carinho que sente por Aspen ainda gera sentimentos contraditórios em seu coraçãozinho leviano. ainda por cima, precisava contar com a mudança da opinião pública, que a colocou em último lugar nas pesquisas.
- As opiniões mudam. Não deixe um momento isolado desanimá-la. (p. 25)
Após as pesquisas de opinião, America despencou para o último lugar e também em animação geral, e não fazia ideia do que fazer para melhorar sua situação. Afora isso, o rei Clarkson não perde uma oportunidade de fazê-la se sentir mal e, de longe, a elegível mais dispensável naquela disputa. Quando sorteada, nossa protagonista jamais sonhara em chegar tão longe na seleção, tampouco imaginava o tamanho do espaço que ocuparia dentro do coração do Príncipe, simplesmente por ser ela mesma. Mas America, sendo America, foi galgando degraus até o seu sucesso.


- Não desejar a coroa talvez a torne a melhor pessoa para usá-la. (57)
America segue entre as minhas protagonistas preferidas. Apesar de seus defeitos, ela consegue ser forte, determinada, impulsiva, imprevisível. É impossível saber o que ela pretende, porque, pasmem, a autora Kiera Cass consegui narrar uma história em primeira pessoa e manter segredos de nós, leitores. A Condenação foi um dos meus episódios preferidos. 

Neste livro, as meninas remanescentes na Seleção ficaram mais próximas, e algumas cenas foram bem chocantes, sobretudo as descobertas e o desenrolar de alguns fatos que, bem, me fizeram chorar... Muito. E, AH! Que final apoteótico! Revoltante, frustrante, violento, estapafúrdio!

- Pode partir meu coração. Mil vezes, se desejar. Sempre foi seu para machucar como quiser. (317)

Kiera apenas cresceu, desde A Seleção. Nota máxima!


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1 Comentários:

  1. Mataram minha personagem favorita. Cruel é pouco.
    Foi bom, mas só eu achei o final corrido? Esse foi o melhor livro, teve o que eu queria e etc, a autora fez muito bem, só que...algumas coisas foram desnecessárias. Mortes...aquelas personagens...ah, fiquei meio decepcionada com o fim delas, queria mais...

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