14 outubro 2016

[Resenha] O Amor mora ao lado (Debbie Macomber)


O sonho de Lacey Lancaster sempre foi ser esposa e mãe. Após um divórcio doloroso, porém, ela decide dar um tempo nos sonhos e seguir "sozinha". Sua nova companhia e confidente é uma gata abissínia, Cléo, que está no cio, para desespero de sua dona. Lacey não vive mal, graças a um ótimo acordo pós-divórcio. Um impasse é o escandaloso vizinho, Jack Walker. Quando ele não está discutindo aos gritos com a namorada, está perseguindo seu gato, "Cão", pelo prédio. Jack e Cão são muito irritantes. Mas nem tudo é o que parece. (SKOOB)

MACOMBER, Debbie. O amor mora ao lado. Tradução de Paula Gentile. Ribeirão Preto: Novo Conceito, 2013, 160 p.
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Uma traição.
Um divórcio sofrido.
Lacey Lancaster mudou-se para San Francisco sozinha, tendo sido abandonada pelo marido que amava - quando ele a trocou por outra. A companhia de Lacey atualmente é uma gatinha abissínia, Cléo, que - por ironia do destino - parece estar florescendo para o amor. Lacey tenta recomeçar do zero em outra cidade, mas leva um ano de autocomiseração, sem poder seguir em frente por conta da dor que o passado ainda causa. Nem mesmo saber que seu ex-marido já a havia superado muito antes do divórcio ajuda no processo.
O casamento deveria ser para sempre. O amor deveria durar mais que uma só noite. O compromisso deveria durar mais que poucos meses. (p. 65)
O novo lar de Lacey tem muitas vantagens, mas um sério problema: seu vizinho Jack e a namorada, ambos extremamente barulhentos quando resolvem discutir porque ela deve morar com ele. Jack também é um pouco solitário em seu apartamento e vive com um gato chamado Cão. O homem, que tem um sorriso tão poderoso, a ponto de abalar qualquer certeza, entra na vida de Lacey de forma brusca. É uma história bem curta e leve, que você lê em poucas horas - eu levei apenas quatro - e que se concentra em um único conflito, ou seja: é pouco maior que um conto e menos extenso que uma novela: está a meio caminho, entre ambos. 

Falando de casamento, traição, amor e recomeços, o livro nos prende pela sutileza de uma trama rápida e objetiva. Recomendo por ser uma leitura leve, se você precisa de algo para rir no fim de semana, leituras para "limpar a mente", como se diz. Gostei da escrita de Debbie e penso em ler mais dela, em um futuro próximo. O livro não levará nota máxima porque, mesmo em uma história curta, gosto de ver conflitos mais densos, e daquela sensação de que um livro não vai me deixar dormir, e não foi o caso desta obra, em particular.
... quando amamos uma pessoa, a confiança é automática. Por que suspeitar que um homem está nos traindo se fazer o mesmo jamais passou pela nossa cabeça?" (p. 105)
Recomendo, outrossim, sua leitura, pois é leve e divertida!

NOTA:
3/5

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