30 janeiro 2017

[RESENHA] The Complete Poetry of Edgar Allan Poe (Signet Editions)

Autor de textos célebres, como "The Tell-Tale Heart" e "O Corvo" e mais famoso por seus contos, Poe foi poeta de escolha e natureza. Esta edição, que reúne seus poemas mais conhecidos, ilustra o mundo transcendental e a beleza do que ele escreveu. Aqui, você encontrará os maravilhosos "To Helen", "The Raven", "Lenore" e muito mais.
POE, Edgar Allan. THE COMPLETE POETRY OF EDGAR ALLAN POE. New York: Signet Editions, 2008,139 p.


O livro, mais um da minha coleção Poe, é um charme só. Edição de bolso, sim, portanto super prática de levar a qualquer lugar. Sua introdução foi escrita por Jay Parini e aborda aspectos da vida e obra de Edgar Allan Poe, além de falar como ele foi aclamado por uns e desacreditado como poeta por outros - inclusive grandes nomes da literatura americana e britânica.

Jay comenta o poema de abertura do livro, "Tamerlane", sua inspiração em Lord Byron e no Romantismo; ainda fala de outros poemas célebres como "Annabel Lee", "To Helen" e outros. Na sequência, temos 48 de seus poemas mais populares e apesar de a qualidade do papel ser um pouco questionável, é confortável à leitura. Ao final, temos uma Afterword de April Bernard, em que ela fala não apenas da poesia, mas exalta também a narrativa de Edgar.  Por fim, temos uma seleção bibliográfica de seus poemas e críticas. 

No geral, considerei esta uma coletânea bem executada, e sabemos que Edgar Allan Poe precisa ser levado aos mais diversos públicos e lugares - e existe certa beleza no fato de podermos  carregar esta edição para qualquer lugar e reler os poemas favoritos em qualquer parte, porém prefiro as edições de luxo e colecionador. 

NOTA:
4/5

Comentários via Facebook

1 Comentários:

  1. Thay!
    Nem tem como não gostar dos contos aterrorizantes de Poe, né?
    E edição de bolso é ótima, porque como falou, dá para levar para qualquer lugar e degustar cada conto aos poucos...
    Desejo uma ótima semana!
    “Na juventude deve-se acumular o saber. Na velhice fazer uso dele.” (Jean-Jacques Rousseau)
    cheirinhos
    Rudy
    http://rudynalva-alegriadevivereamaroquebom.blogspot.com.br/

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